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Arte voltou a invadir e a residir no Agrupamento de Escolas

Geral
28 Março 2025

Terminou ontem a residência artística do artista Gil Ferrão, que nas últimas duas semanas, no âmbito do projeto Manif, esteve nas duas escolas do Agrupamento – Pampilhosa da Serra e Dornelas do Zêzere -, a despertar a curiosidade e a criatividade dos/as alunos/as, desafiando-os a acrescentar novas visões e contributos a uma obra de arte constituída por várias peças e que ainda não tem uma forma final.

“Eu gosto que os alunos tenham liberdade de fazer o que quiserem, quando quiserem e com o que quiserem”, expressou Gil Ferrão, realçando que “muitos dos objetos utilizados na obra foram apanhados na zona, também para passar a mensagem de que podemos fazer muito com pouco e acima de tudo que todos se divirtam ao longo do processo”.

A várias partes da obra seguem agora “para outra escola”, para que também esses alunos possam “intervir”, sendo que o objeto final será “projetado” pela curadoria do projeto e integrará a uma exposição que será inaugurada em maio no Tribunal da Relação de Coimbra, explicou Gil Ferrão.

Esta foi a segunda de três residências artísticas programadas para o Agrupamento de Escolas de Pampilhosa da Serra, no âmbito do projeto Manif, que desenvolverão os temas fulcrais da estratégia do município no contexto da aprendizagem: Natureza, Brincar, Identidade.

O ponto de partida do projeto realizou-se no dia 13 de fevereiro, com a inauguração da exposição coletiva “Um quotidiano aqui destituído”, com curadoria do Círculo de Artes Plásticas de Coimbra, no Juízo de Proximidade da Pampilhosa da Serra. A sala de audiências recebe, até ao dia 9 de maio, uma exposição com obras que fazem parte do acervo de arte contemporânea do Círculo de Artes Plásticas de Coimbra, de artistas como Catarina Baleiras, Jorge das Neves e Novo Grupo de Escultura.

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