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APIN visitou investimentos em Pampilhosa da Serra
Nos dias 13 e 14 de novembro, técnicos e dirigentes da APIN efetuaram um périplo pelos 10 concelhos que integram a empresa intermunicipal, com o intuito de visitar alguns dos investimentos realizados pela empresa nestes territórios e consequentes impactos na qualidade do serviço prestado às populações.
No caso do concelho de Pampilhosa da Serra, a APIN “já investiu mais de um milhão de euros ao longo dos últimos 3 anos, na remodelação e substituição de condutas para melhorar a eficiência hídrica ou em melhoramentos em estações elevatórias e depósitos de água”, frisou o Presidente da Câmara Municipal e Vogal do Conselho de Administração da APIN, Jorge Custódio, na visita aos padrões, uma das aldeias do concelho que sofreu uma profunda requalificação do sistema de abastecimento de água.
Em Pampilhosa da Serra, já foram substituídos mais de sete quilómetros de condutas em diversas localidades, o que faz com que as “perdas de água no abastecimento sejam mais reduzidas”, disse o Jorge Custódio, referindo que no caso dos padrões, por exemplo, “a conduta de reserva ao abastecimento da aldeia que está em alta, quase que não é utilizada fruto da renovação das condutas que permite um melhor aproveitamento da água.
O trabalho de manutenção, substituição e reparação do sistema hídrico por vezes passa despercebido porque “fica debaixo do solo”, mas Jorge Custódio garantiu que “há uma grande equipa e muitos técnicos que estão atrás de todo o sistema, para que ele funcione bem e todos ao abrir a torneira possam ter a melhor qualidade no fornecimento de água, assim como no serviço de recolha de resíduos e saneamento”.
Nos últimos 3 anos a APIN fez um investimento de mais de 40 milhões de euros nos seus 10 concelhos. Para Jorge Custódio, este “montante expressivo” permitiu uma “intervenção musculada, num território em que é dispendioso levar condutas de água, redes de saneamento e recolha de resíduos”. “O custo de operação é muito superior aos dos grandes núcleos urbanos e temos feito muita pressão junto do governo central para tratar diferente o que é diferente”, assinalou.







