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Contos e Poemas de Natal – Um livro que “eterniza uma memória”

Cultura
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19 Maio 2019

Ontem, dia 18 de maio, a Capela da Misericórdia de Pampilhosa da Serra, recebeu a apresentação do livro “Contos e Poemas de Natal”, publicado a título póstumo, da autoria de José Ramos Mendes.

Numa cerimónia de apresentação intimista e de acentuada carga emocional, José Brito, Presidente da Câmara Municipal de Pampilhosa da Serra, destacou que o ex-pároco e professor era um “homem excecional”, que conhecia de “forma exímia” as vivências do povo Pampilhosense e esteve sempre disponível para “dar grande parte do seu tempo a nobres instituições concelhias como a Santa Casa da Misericórdia, a Real Confraria do Maranho ou o Grupo Musical Fraternidade Pampilhosense”, que assinalou o momento com uma pequena mas sentida atuação, antes da apresentação do livro.

Para Marta Mendes, filha de José Ramos Mendes e autora do prefácio da obra, este livro, composto por 6 contos de natal e 3 poemas, é “um mergulhar na infância do autor”, que traduz a sua “paixão de escrever, dando ênfase ao seu modo de viver e sentir o mundo”. De resto, todos os contos narrados no livro refletem vivências do autor, da sua infância e da sua passagem pelo seminário. Num emocionante discurso, Marta confessou ainda que esta obra é um dos sonhos do seu pai, “não concretizado na sua passagem terrena, mas agora tornado realidade”.

No final da cerimónia, Duarte e Henrique, netos de Ramos Mendes, protagonizaram um dos momentos mais comoventes da noite, através da leitura emocionada de excertos do livro.

Depois de uma primeira apresentação em Arganil, o livro de José Ramos Mendes foi agora apresentado na “sua Pampilhosa”, como este lhe chamara. José Brito, exprimiu ainda a sua profunda gratidão a um homem que tal como referiu a sua filha Marta, “viveu, dando-se aos outros”. “Enquanto Município agradecemos muito a sua disponibilidade, todo o contributo prestado à nossa terra”. “Esta é uma forma de perpetuarmos a sua existência com este livro que fica para a memória”, concluiu o autarca.

 

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